29 de fev de 2012

Marcelo Crivella vira Ministro da Pesca

O deputado Luiz Sergio (PT-RJ) deixa, nesta quarta-feira (29/2), o Ministério da Pesca e Aquicultura. Após deixar o cargo, ele volta para a Câmara. Quem assumirá a pasta será o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).
Em nota, divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, a mudança na direção das pastas ocorre para incorporar o PRB ao governo, partido que integra a base aliada.

Veja a íntegra da nota:
O Ministro da Pesca e Aquicultura, deputado Luiz Sérgio de Oliveira, está deixando o cargo depois de prestar inestimável contribuição ao governo. À frente da Secretaria de Relações Institucionais e, depois, como responsável pela pasta da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio desempenhou com dedicação e compromisso com o país todas as tarefas que lhe foram atribuídas pela presidenta Dilma Rousseff.

Em seu lugar, assume o senador Marcelo Crivella, representando o PRB, partido do inesquecível ex-vice presidente José Alencar. A mudança permite a incorporação ao Ministério de um importante partido aliado da base do governo. A presidenta está segura de que, à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, o senador Marcelo Crivella prestará relevantes serviços ao Brasil.

Secretaria de Imprensa da Presidência da República

Câmara Legislativa só funciona na pressão

Mesmo contrariados e com forte pressão da opinião pública, os 15 deputados distritais que ainda recebiam 14º e 15º salários disseram sim à aprovação do Projeto de Lei 30/2011, que põe fim ao pagamento dos extras. Para o bolso de cada parlamentar, isso significa uma perda de aproximadamente R$ 40 mil ao ano. Entretanto, para a Câmara Legislativa, a economia chegará a R$ 960 mil. Em uma espécie de “dobradinha”, os distritais também aprovaram projeto de resolução que proíbe, a partir de agora, a escolha por parte dos deputados lotados em outros órgãos em receber subsídio pelo setor de origem. O projeto de extinção dos extras foi votado em Plenário, na noite de ontem, depois de acordo entre o Colégio de Líderes. Os cinco deputados se reuniram no início da tarde e, depois de mais de duas horas de conversas “acaloradas”, decidiram pela votação. O fim dos salários foi aprovado por unanimidade. Apenas o deputado Benedito Domingos (PP) não compareceu, por licença médica.

27 de fev de 2012

Fim dos salários extras dos deputados, será?

Está agendado para as 14h30 de amanhã (28) um compromisso que os distritais têm empurrado o quanto podem: o debate sobre o projeto que põe fim aos chamados 14º e 15º salários. Pressionados pela má repercussão de se beneficiarem com um privilégio que os assalariados não têm, cinco deputados que lideram blocos na Câmara Legislativa vão decidir qual encaminhamento darão à proposta para encerrar o pagamento dos extras. O grupo pode encerrar o assunto ou colocá-lo em votação no plenário, situação em que os 24 distritais terão de expor por meio do voto como se posicionam diante do benefício que engorda os salários e onera a conta do Legislativo, paga com dinheiro público.

7 de fev de 2012

Aécio Neves eleva o tom e fala como candidato

Depois de o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ter voltado a considerar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) o “candidato óbvio” do partido na próxima eleição presidencial, o parlamentar mineiro elevou o tom e mirou no governo Dilma Rousseff (PT). Discorreu sobre o que chamou de “malfeitos” dentro do governo, a “inépcia” de gestão da administração pública e atacou o que assinalou ser “exagero na ocupação dos cargos públicos”, denunciando o aparelhamento da máquina federal. “Há dificuldade do governo em diferenciar o que é público do que é privado, o que é partidário do que é privado. São sucessivos exemplos, grandes e pequenos, dessa confusão do governo nas nomeações”, disse, citando em seguida “a interferência política no Banco do Brasil e na Petrobras”. “Essa questão sem esclarecimentos do governo sobre a Casa da Moeda e a Caixa, naquela nebulosa transação com o Banco Panamericano, para não citar outros desatinos”, atacou, considerando o governo “frágil” do ponto de vista gerencial. “O tempo é que vai mostrar isso. Com o tempo, vai ficar muito claro que o governo do aparelhamento não é bom para o Brasil”, disse, instando o governo a deixar “imunes” às indicações políticas áreas, como a Petrobras e os bancos oficiais.

2 de fev de 2012

Aguinaldo Ribeiro é o novo ministro das Cidades

O Palácio do Planalto anunciou na tarde desta quinta (2) o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) como o novo ministro das Cidades, em substituição a Mário Negromonte, que pediu demissão. Logo após o anúncio de seu nome como novo ministro, Aguinaldo Ribeiro disse, em entrevista à Globo News, que ainda iria conversar com a presidente Dilma Rousseff sobre a gestão da pasta. Perguntado sobre a divisão do partido na Câmara, o ministro disse "Acho que essa prioridade sempre foi nossa, desde a época da liderança e agora com esse novo desafio que Deus nos designou". O senador Francisco Dornelles, presidente nacional do PP, disse que recebeu telefonema da presidente Dilma Rousseff no qual ela informou que aceitou a carta de demissão de Negromonte e a indicação de Aguinaldo Ribeiro. "Aguinaldo é extremamente respeitado e vai fazer um ótimo trabalho", afirmou Dornelles, que participava da sessão de abertura dos trabalhos do Congresso nesta quinta.

Deputado flagrado dirigindo embriagado diz que votou a favor da lei seca

O deputado federal Gladson Cameli (PP-AC) admitiu ter cometido um erro após ser flagrado alcoolizado ao volante, na madrugada da última terça-feira. Em nota divulgada ontem, o parlamentar demonstrou a intenção de esclarecer o caso à população e afirmou estar "à disposição da Justiça para demais esclarecimentos sobre o fato", sem se abster "das responsabilidades como cidadão". Além disso, Gladson afirmou ter cumprido "todas as formalidades exigidas durante a operação". Defensor da lei seca, o deputado foi encontrado embriagado ao passar por uma blitz da PM, na 504 Norte. O teste do bafômetro constatou alcoolemia de 1,14 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Gladson acabou levado para a 2ª DP (Asa Norte) e, segundo a unidade, só revelou o cargo em depoimento. Assim, foi liberado, já que a Polícia Civil não tem autonomia para abrir inquérito contra parlamentares. Só tribunais superiores. Gladson ressaltou, em nota, a conduta que adotou diante da operação. "Em nenhum momento, usei da prerrogativa de meu mandato de deputado para obter qualquer facilidade ou benefício", afirmou. "Reconheço que, mesmo me sentindo bem, não deveria ter dirigido. Por fim, ressalto que votei a favor da lei seca, bem como votarei a favor das alterações que tramitam na Câmara Federal."
Com informações do Correioweb.